Perda de gordura e treinamento com eletroestimulação muscular

Perda de gordura com eletroestimulação muscular, ¿falamos?. Com este comentário, entramos em um tema muito controvertido, por ser algo que preocupa a maioria do público, são utilizados de forma indiscriminada como ferramenta comercial em muitos casos e, foi criticado por outra parte, indiscriminadamente também pelos detratores. Também somos conscientes das aparentes contradições que se dão inclusive no contexto cientifico, por ele e com nossa prudência trataremos de oferecer recursos ao profissional.

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Como vincular a eletroestimulação muscular e a perda de gordura? Pois, em definitiva, temos três vias:

  • Aumento da irrigação sanguínea nas zonas de acumulo de gordura. Isto não quer dizer perda de gordura localizada; mais sim podemos ajudar/facilitar ao consumo de gordura das zonas como abdômen e/ou quadril. Um eletroestimulador muscular programado a uma frequência de 8 Hz é capaz de multiplicar o fluxo sanguíneo na área estimulada e considerando que as zonas de “reserva” são as zonas na que precisamente a irrigação sanguínea é mínima, as zonas que se perde muita gordura são zonas super vascularizadas (como por exemplo o rosto e os seios), parece ser que podemos alterar esta “resistência” a mobilizar tecido de gordura destas zonas de conflito. O corpo consome gordura de forma geral, mas não uniforme, existindo uma relação direta em que medida algumas zonas estão vascularizadas e a facilidade para consumir gordura de ditas áreas. A eletroestimulação fará um papel de ajuda ou facilitação, mas, acompanhado de treinamento voluntario que é o que demanda energia (trabalho aeróbico de entre o 55 ao 60% de frequência cardíaca máxima, quer dizer, suave).

 

  • Maior exigência no trabalho aeróbico. Entre os 15 até os 30 Hz (adaptar sendo nível de treinamento), se estimula de forma preferente a fibra lenta. Ao simultânear o trabalho aeróbico com eletroestimulação muscular se aumenta em quantidade e tempo o numero de fibras musculares recrutadas. Deste modo se aumenta, por tanto, o gasto calórico.

 

  • Aumento da taxa basal pós esforço. Este caso aconselhamos aplicá-lo unicamente em sujeitos muito experimentados com a eletroestimulação muscular. O dano muscular que pode chegar a produzir é muito elevado por isso requer de grande individualização e progressão das cargas. Neste caso se aplicam treinamentos que recrutam fibras rápidas com frequências por cima dos 50 Hz. Normalmente esse sistema se simultânea com treinamentos intervalados de alta intensidade (HIIT). O propósito da EMS neste caso é aumentar o recrutamento motor e gerar uma excitação neuromuscular que trará consigo maior ativação do metabolismo basal pós esforço e com ele, o aumento considerável em consumo calórico.

 

Artigo de:

Juan Peris

Traduzido por:

Thais de Moura

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