EXCÊNTRICO E ELETROESTIMULAÇÃO MUSCULAR

É conhecido por todos a importância do trabalho de força em fase excêntrica quando desejamos maximizar os ganhos de força e sobretudo pensando no ganho de massa muscular como objetivo principal. A capacidade de exercer força nesta fase é até uns 30-40 % maior que na fase concêntrica e o tempo de aplicação ideal é de 6 segundos; um tempo menor que geraria maior recrutamento motor e um tempo superior poderia aproximarmos da fadiga tipo isométrico.

 

Quando incluímos o trabalho com eletroestimulação (EMS) devemos ter em conta:

  • Aconselhamos o uso da EMS em seu formato analítico quando se deseja intensificar o trabalho de um musculo em concreto, pois toda a atenção e energias estarão focalizadas nele levando ao máximo o resultado e ao mínimo o risco lesivo por “distração” de estímulos.
  • A EMS nos facilita o trabalho excêntrico quando treinamos a sós, pois claro, não é fácil poder incrementar as cargas nesse 30-40% para potenciar o excêntrico pois poderia supor um problema na concêntrica pois estaríamos trabalhando por acima de nosso máximo e não poderíamos mover este peso. Isto é fácil quando treinamos com nosso treinador ou companheiro pois pode nos ajudar nesta fase concêntrica e trabalharíamos só na excêntrica. E como a eletroestimulação intervém? Pois a EMS é capaz de gerar contrações que simulam e incluso superam esse 140% total sem ser dependentes da carga externa. Quer dizer, o eletroestimulador como gerador de resistências internas é capaz ainda com cargas externas baixas e incluso inexistentes dificultar em alto grau a fase excêntrica e gerar as tensões necessária para obtermos resultados esperados.
  • Aconselhamos um trabalho muito progressivo das cargas deste tipo de treinamento (intensidade do aparelho, cargas externas, tempos e volume total) pois um treinamento, se, se permite expressá-lo deste modo, “altamente destrutor” a nível micro fibrilar e um excesso de dor muscular pós treino poderia jogar contra nós. Essencial por tanto, respeitar sempre o princípio de “progressão do treinamento”.
  • Incluirá EMS em um trabalho com cargas traz consigo a vantagem da “não necessidade” de pesos altos sendo em si mesmo um enfoque em prol da saúde articular.

E como aplicá-la:

  • Inicialmente realizar sempre um adequado aquecimento que inclui vascularização (8Hzcom SEM) sendo aconselhável combina-lo antes ou durante com trabalho de cardio breve como por exemplo 8 a 15 minutos de ciclismo indoor.
  • Realizar de 3 a 6 series de 12 repetições com cargas externa (segundo nível e estado) progressivas em dificuldade, sem chegar a ser máximas.
  • TRABALHO EXCÊNTRICO COM EMS: selecionar um programa entre 70 e 80 Hz pois são os que nos proporcionam maiores níveis de hipertrofia muscular. O tempo delas de contração por impulso elétrico será de 8 segundos para poder levar a cabo esta sequência: 2” concêntrico+6” excêntrico. A importância será no que estamos
    • simultaneando 6 segundo de fase excêntrica com o impulso elétrico e gerando tensões altíssimas com independência da carga externa.
    • Maior intensidade do eletroestimulador suponha trabalhar com cargas externas menores e vice-versa, e em quanto a como “jogar” com estes dois fatores não creio que exista melhor norma que a de adequarmos as necessidades especificas do esportista ou sua disciplina esportiva.
    • O volume total e densidade do treinamento serão selecionado pelo profissional de Ciências do esporte o quase adequara as necessidades do sujeito.
    • Deve redefinir um trabalho de mínimo 20 minutos de recuperação ou melhor com cardio moderado ou com eletroestimulação sendo uma vez mais uma boa “receita” os programas de vascularização (8Hz).

    Depois desse tipo de treinamento e mais ainda tendo incluindo a eletroestimulação é necessária uma adequada hidratação e aporte de nutrientes pós treinamento.

 

JUAN PERIS

juan@juanperis.fit

Deja tu comentario

WhatsApp chat